Olá ao mundo dos bloggers,
aviso desde já que no próximo mês não vou poder escrever porque estou em época de testes, é uma pena, mas acho que vocês não precisam de mim para nada...
Comovido malta...
Francis
quinta-feira, 8 de maio de 2008
quinta-feira, 24 de abril de 2008
De volta...
Desculpem não ter podido escrever mais cedo, mas estive bastante ocupado com os testes e essas coisas, mas voltando ao que interessa, este post vai ser mais uma história como tantas outras que há para aí...
O meu grande tio e padrinho, tem um grande blog com coisas que dão mesmo para rir, fui lá eu no outro dia e encontrei uma frase excelente:
-Neste establecimento temos matraquilhos e snukre o café é caro mas ofereçemos o açucre...
É LINDO!!!
Comentem
Francis
AH, já agora fiquem com o endereço do blog dele: http//caoepulgas.blogspot.com
O meu grande tio e padrinho, tem um grande blog com coisas que dão mesmo para rir, fui lá eu no outro dia e encontrei uma frase excelente:
-Neste establecimento temos matraquilhos e snukre o café é caro mas ofereçemos o açucre...
É LINDO!!!
Comentem
Francis
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segunda-feira, 24 de março de 2008
O Portátil mais fino do mundo

Aproxima-se o auge da sessão, sente-se no ar a expectativa e apesar dos anúncios já feitos, o topo da manhã faz-se antever com a entrada de um slide sobre portáteis Apple. Steve Jobs fala da linha actual em matéria de portabilidade, as linhas MacBook e MacBook Pro, afirmando sem qualquer dúvida que os portáteis Apple são hoje a bitola de comparação da indústria informática mundial e anuncia a introdução de uma terceira gama, o MacBook Air, o portátil mais fino do mundo.
Observamos uma visita às máquinas cuja espessura mínima merecem ser comparadas e essa mesma visita centra-se na gama Sony TZ cujos detalhes são elencados para posterior comparação sobretudo no tamanho dos ecrãs e no facto de disporem de mini-teclados em vez de unidades de tamanho completo. A comparação é esmagadora no frente a frente com a plateia a render-se às comparações factuais, apesar de a máquina ainda não ter sido sequer mostrada em palco.
Há uma gargalhada colectiva quando Jobs diz que a engenharia conseguiu uma máquina cuja parte mais grossa consegue ainda ser menos espessa que a parte mais fina de um Sony. E,, num momento de encenação bem conseguido, Jobs diz que a máquina cabe num envelope A4 de escritório, gesto que finaliza uma deslocação à sua mesa de apoio, onde, um envelope A4 de escritório está desde o início da Keynote. É desse mesmo envelope que entre gargalhadas e aplausos Jobs retira um MacBook Air perante o “bruá” e os “Ohhh” de espanto de quem assiste.
Tudo está montado ao ínfimo detalhe. Até a própria luz que incide no palco foi reorientada. Um foco vertical incide na tampa do MacBook Air que está na mão de Steve Jobs ao jeito de bandeja, realçando as finíssimas linhas de alumínio, o ecrã de 13.3 polegadas (LED retroiluminado o que permite mais velocidade na sua activação eléctrica), teclado de tamanho completo. Câmara iSight embutida e, à semelhança dos seus irmãos de gama portátil, teclado iluminado em condições de reduzida luz ambiente. Trackpad de generosas dimensões com uma enorme novidade, a inclusão do "Gesture support", tecnologia introduzida no iPhone e iPod Touch que permite ao trackpad interpretar múltiplos toques e consequentes gestos como o de arrastar um documento com o gesto idêntico no trackpad, incluido zooms, rotações e deslocações laterais. As preferências do trackpad do Air incluem vídeos com demonstrações dos aspectos Multi Toque. E Jobs alonga-se na descrição técnica do conteúdo do MacBook Air.
"O mais fino portátil do mundo por apenas 1799 dólares". Jobs, que gosta de mostrar anúncios publicitários de TV em primeira mão, faz passar o anúncio do MacBook Air. Seguiram-se alguns considerandos sobre questões industriais e reciclagem de materiais (v.caixa: A resposta verde), mas Jobs está definitivamente entusiasmado e não encerra a apresentação do Air sem dizer de novo "O mais fino portátil do mundo" enquanto acena aos espectadores e aponta a elegante caixa de alumínio que tem nas mãos.
"Mas já estamos em 2008 e já apresentámos uma série de produtos novos! Há poucos dias lançámos novos MacPro, com novos processadores, hoje o Time Capsule, upgrades para iPhone e iPod Touch incluindo cinco novas aplicações, iTunes Movie Rentals e uma Apple TV reinventada. E o novo MacBook Air! Tudo isto nas primeiras duas semanas! E ainda temos mais cinquenta semanas pela frente...".
É nesta altura que o meu telefone começa de novo a manifestar-se com um variado leque de reacções, agora que a Keynote se aproxima do final. São positivas na sua maioria, o que me apraz. Eu estou satisfeito com esta hora e meia. Espero que o leitor também tenha gostado e com toda a certeza poderá vir a ler na sua iCreate todos os testes e apreciações que viremos a fazer a todos os produtos agora anunciados. A Keynote está à beira do final, mas Jobs tem ainda um convidado inesperado. É Randy Newman que virá ao palco interpretar duas canções. Aproxima-se o auge da sessão, sente-se no ar a expectativa e apesar dos anúncios já feitos, o topo da manhã faz-se antever com a entrada de um slide sobre portáteis Apple. Steve Jobs fala da linha actual em matéria de portabilidade, as linhas MacBook e MacBook Pro, afirmando sem qualquer dúvida que os portáteis Apple são hoje a bitola de comparação da indústria informática mundial e anuncia a introdução de uma terceira gama, o MacBook Air, o portátil mais fino do mundo.
Observamos uma visita às máquinas cuja espessura mínima merecem ser comparadas e essa mesma visita centra-se na gama Sony TZ cujos detalhes são elencados para posterior comparação sobretudo no tamanho dos ecrãs e no facto de disporem de mini-teclados em vez de unidades de tamanho completo. A comparação é esmagadora no frente a frente com a plateia a render-se às comparações factuais, apesar de a máquina ainda não ter sido sequer mostrada em palco.
Há uma gargalhada colectiva quando Jobs diz que a engenharia conseguiu uma máquina cuja parte mais grossa consegue ainda ser menos espessa que a parte mais fina de um Sony. E,, num momento de encenação bem conseguido, Jobs diz que a máquina cabe num envelope A4 de escritório, gesto que finaliza uma deslocação à sua mesa de apoio, onde, um envelope A4 de escritório está desde o início da Keynote. É desse mesmo envelope que entre gargalhadas e aplausos Jobs retira um MacBook Air perante o “bruá” e os “Ohhh” de espanto de quem assiste.
Tudo está montado ao ínfimo detalhe. Até a própria luz que incide no palco foi reorientada. Um foco vertical incide na tampa do MacBook Air que está na mão de Steve Jobs ao jeito de bandeja, realçando as finíssimas linhas de alumínio, o ecrã de 13.3 polegadas (LED retroiluminado o que permite mais velocidade na sua activação eléctrica), teclado de tamanho completo. Câmara iSight embutida e, à semelhança dos seus irmãos de gama portátil, teclado iluminado em condições de reduzida luz ambiente. Trackpad de generosas dimensões com uma enorme novidade, a inclusão do "Gesture support", tecnologia introduzida no iPhone e iPod Touch que permite ao trackpad interpretar múltiplos toques e consequentes gestos como o de arrastar um documento com o gesto idêntico no trackpad, incluido zooms, rotações e deslocações laterais. As preferências do trackpad do Air incluem vídeos com demonstrações dos aspectos Multi Toque. E Jobs alonga-se na descrição técnica do conteúdo do MacBook Air.
"O mais fino portátil do mundo por apenas 1799 dólares". Jobs, que gosta de mostrar anúncios publicitários de TV em primeira mão, faz passar o anúncio do MacBook Air. Seguiram-se alguns considerandos sobre questões industriais e reciclagem de materiais (v.caixa: A resposta verde), mas Jobs está definitivamente entusiasmado e não encerra a apresentação do Air sem dizer de novo "O mais fino portátil do mundo" enquanto acena aos espectadores e aponta a elegante caixa de alumínio que tem nas mãos.
"Mas já estamos em 2008 e já apresentámos uma série de produtos novos! Há poucos dias lançámos novos MacPro, com novos processadores, hoje o Time Capsule, upgrades para iPhone e iPod Touch incluindo cinco novas aplicações, iTunes Movie Rentals e uma Apple TV reinventada. E o novo MacBook Air! Tudo isto nas primeiras duas semanas! E ainda temos mais cinquenta semanas pela frente...".
É nesta altura que o meu telefone começa de novo a manifestar-se com um variado leque de reacções, agora que a Keynote se aproxima do final. São positivas na sua maioria, o que me apraz. Eu estou satisfeito com esta hora e meia. Espero que o leitor também tenha gostado e com toda a certeza poderá vir a ler na sua iCreate todos os testes e apreciações que viremos a fazer a todos os produtos agora anunciados. A Keynote está à beira do final, mas Jobs tem ainda um convidado inesperado. É Randy Newman que virá ao palco interpretar duas canções.
Observamos uma visita às máquinas cuja espessura mínima merecem ser comparadas e essa mesma visita centra-se na gama Sony TZ cujos detalhes são elencados para posterior comparação sobretudo no tamanho dos ecrãs e no facto de disporem de mini-teclados em vez de unidades de tamanho completo. A comparação é esmagadora no frente a frente com a plateia a render-se às comparações factuais, apesar de a máquina ainda não ter sido sequer mostrada em palco.
Há uma gargalhada colectiva quando Jobs diz que a engenharia conseguiu uma máquina cuja parte mais grossa consegue ainda ser menos espessa que a parte mais fina de um Sony. E,, num momento de encenação bem conseguido, Jobs diz que a máquina cabe num envelope A4 de escritório, gesto que finaliza uma deslocação à sua mesa de apoio, onde, um envelope A4 de escritório está desde o início da Keynote. É desse mesmo envelope que entre gargalhadas e aplausos Jobs retira um MacBook Air perante o “bruá” e os “Ohhh” de espanto de quem assiste.
Tudo está montado ao ínfimo detalhe. Até a própria luz que incide no palco foi reorientada. Um foco vertical incide na tampa do MacBook Air que está na mão de Steve Jobs ao jeito de bandeja, realçando as finíssimas linhas de alumínio, o ecrã de 13.3 polegadas (LED retroiluminado o que permite mais velocidade na sua activação eléctrica), teclado de tamanho completo. Câmara iSight embutida e, à semelhança dos seus irmãos de gama portátil, teclado iluminado em condições de reduzida luz ambiente. Trackpad de generosas dimensões com uma enorme novidade, a inclusão do "Gesture support", tecnologia introduzida no iPhone e iPod Touch que permite ao trackpad interpretar múltiplos toques e consequentes gestos como o de arrastar um documento com o gesto idêntico no trackpad, incluido zooms, rotações e deslocações laterais. As preferências do trackpad do Air incluem vídeos com demonstrações dos aspectos Multi Toque. E Jobs alonga-se na descrição técnica do conteúdo do MacBook Air.
"O mais fino portátil do mundo por apenas 1799 dólares". Jobs, que gosta de mostrar anúncios publicitários de TV em primeira mão, faz passar o anúncio do MacBook Air. Seguiram-se alguns considerandos sobre questões industriais e reciclagem de materiais (v.caixa: A resposta verde), mas Jobs está definitivamente entusiasmado e não encerra a apresentação do Air sem dizer de novo "O mais fino portátil do mundo" enquanto acena aos espectadores e aponta a elegante caixa de alumínio que tem nas mãos.
"Mas já estamos em 2008 e já apresentámos uma série de produtos novos! Há poucos dias lançámos novos MacPro, com novos processadores, hoje o Time Capsule, upgrades para iPhone e iPod Touch incluindo cinco novas aplicações, iTunes Movie Rentals e uma Apple TV reinventada. E o novo MacBook Air! Tudo isto nas primeiras duas semanas! E ainda temos mais cinquenta semanas pela frente...".
É nesta altura que o meu telefone começa de novo a manifestar-se com um variado leque de reacções, agora que a Keynote se aproxima do final. São positivas na sua maioria, o que me apraz. Eu estou satisfeito com esta hora e meia. Espero que o leitor também tenha gostado e com toda a certeza poderá vir a ler na sua iCreate todos os testes e apreciações que viremos a fazer a todos os produtos agora anunciados. A Keynote está à beira do final, mas Jobs tem ainda um convidado inesperado. É Randy Newman que virá ao palco interpretar duas canções. Aproxima-se o auge da sessão, sente-se no ar a expectativa e apesar dos anúncios já feitos, o topo da manhã faz-se antever com a entrada de um slide sobre portáteis Apple. Steve Jobs fala da linha actual em matéria de portabilidade, as linhas MacBook e MacBook Pro, afirmando sem qualquer dúvida que os portáteis Apple são hoje a bitola de comparação da indústria informática mundial e anuncia a introdução de uma terceira gama, o MacBook Air, o portátil mais fino do mundo.
Observamos uma visita às máquinas cuja espessura mínima merecem ser comparadas e essa mesma visita centra-se na gama Sony TZ cujos detalhes são elencados para posterior comparação sobretudo no tamanho dos ecrãs e no facto de disporem de mini-teclados em vez de unidades de tamanho completo. A comparação é esmagadora no frente a frente com a plateia a render-se às comparações factuais, apesar de a máquina ainda não ter sido sequer mostrada em palco.
Há uma gargalhada colectiva quando Jobs diz que a engenharia conseguiu uma máquina cuja parte mais grossa consegue ainda ser menos espessa que a parte mais fina de um Sony. E,, num momento de encenação bem conseguido, Jobs diz que a máquina cabe num envelope A4 de escritório, gesto que finaliza uma deslocação à sua mesa de apoio, onde, um envelope A4 de escritório está desde o início da Keynote. É desse mesmo envelope que entre gargalhadas e aplausos Jobs retira um MacBook Air perante o “bruá” e os “Ohhh” de espanto de quem assiste.
Tudo está montado ao ínfimo detalhe. Até a própria luz que incide no palco foi reorientada. Um foco vertical incide na tampa do MacBook Air que está na mão de Steve Jobs ao jeito de bandeja, realçando as finíssimas linhas de alumínio, o ecrã de 13.3 polegadas (LED retroiluminado o que permite mais velocidade na sua activação eléctrica), teclado de tamanho completo. Câmara iSight embutida e, à semelhança dos seus irmãos de gama portátil, teclado iluminado em condições de reduzida luz ambiente. Trackpad de generosas dimensões com uma enorme novidade, a inclusão do "Gesture support", tecnologia introduzida no iPhone e iPod Touch que permite ao trackpad interpretar múltiplos toques e consequentes gestos como o de arrastar um documento com o gesto idêntico no trackpad, incluido zooms, rotações e deslocações laterais. As preferências do trackpad do Air incluem vídeos com demonstrações dos aspectos Multi Toque. E Jobs alonga-se na descrição técnica do conteúdo do MacBook Air.
"O mais fino portátil do mundo por apenas 1799 dólares". Jobs, que gosta de mostrar anúncios publicitários de TV em primeira mão, faz passar o anúncio do MacBook Air. Seguiram-se alguns considerandos sobre questões industriais e reciclagem de materiais (v.caixa: A resposta verde), mas Jobs está definitivamente entusiasmado e não encerra a apresentação do Air sem dizer de novo "O mais fino portátil do mundo" enquanto acena aos espectadores e aponta a elegante caixa de alumínio que tem nas mãos.
"Mas já estamos em 2008 e já apresentámos uma série de produtos novos! Há poucos dias lançámos novos MacPro, com novos processadores, hoje o Time Capsule, upgrades para iPhone e iPod Touch incluindo cinco novas aplicações, iTunes Movie Rentals e uma Apple TV reinventada. E o novo MacBook Air! Tudo isto nas primeiras duas semanas! E ainda temos mais cinquenta semanas pela frente...".
É nesta altura que o meu telefone começa de novo a manifestar-se com um variado leque de reacções, agora que a Keynote se aproxima do final. São positivas na sua maioria, o que me apraz. Eu estou satisfeito com esta hora e meia. Espero que o leitor também tenha gostado e com toda a certeza poderá vir a ler na sua iCreate todos os testes e apreciações que viremos a fazer a todos os produtos agora anunciados. A Keynote está à beira do final, mas Jobs tem ainda um convidado inesperado. É Randy Newman que virá ao palco interpretar duas canções.
domingo, 23 de março de 2008
Travões no CO2- O design e a potência ao serviço do planeta
Travões no CO2- Morgan H2O

A Morgan regressa com o Hydrogen LifeCar, um novo conceito para a marca, que apresenta um design atraente, mas uma performance que ainda deixa muito a desejar. É um roadster em aluminio, “estranhamente delicado”, com o interior em madeira e espantosamente não poluente. A Morgan afirma que o LifeCar serve para mostrar como um veículo não poluente pode ser divertido de conduzir. O LifeCar usa uma célula de hidrogénio que gera 22 kilowatts de potência, o equivalente a 29,5 cv. A célula de combustível tem uma autonomia para 400 km. Maximizar a autonomia deste modelo é a grande aposta da Morgan, que introduziu um sistema de reaproveitamento de energia que consegue recuperar 50% da energia despendida em travagem.
Travões no CO2- Dá-lhe Gás...

A PGO e a BRA GmbH criaram o Cevennes, apresentando uma evolução nas linhas clássicas do velhinho Porsche 356 e um motor de 1.6 litros (1600 cc), turbo, quatro cilindros a debitar 15 cv. Atinge 240 Km/h, e chega dos 0 aos 100 km/h em 6,5 segundos. Nada inovador, poderá pensar! A grande surpresa é que este automóvel é alimentado a gás natural (Metano), cuja capacidade de 22 kg permite-lhe percorrer cerca de 450 km. A PGO afirma que o Cevennes “queima” 4,6 kg de gás natural a cada 100 km percorridos, emite 118 g de dióxido de carbono (CO2) por km, valor bastante abaixo da média europeia de 160 g de CO2 por km e ligeiramente acima dos híbridos mais verdes e dos diesel mais limpos. O seu preço rondará os 50.000€ e aceitam-se encomendas.
Travões no CO2- Meter Água

Um dos mais memoráveis gadgets que fazem as delícias dos amantes dos filmes do famoso espião James Bond foi, sem dúvida, o carro-submarino Lotus, a grande estrela de The Spy Who Loved Me. Claro que tudo se devia à magia dos efeitos especiais. Até agora! A suíça Rinspeed lança o Squba Submarine Electric Car que, apesar de eléctrico, anda na estrada e “voa” debaixo de água. Tem dois lugares, não tem tejadilho e obviamente que para se mergulhar com ele é necessário usar uma máscara, ligada ao tanque de ar comprimido integrado no carro. Contudo, a melhor das notícias é que como é alimentado com baterias de lítio recarregáveis, torna-se num veículo de emissões zero.
Travões no CO2- O Karma de Sillcon Valley

Na Califórnia, mais precisamente em Silicon Valley, surge uma empresa que vem refrescar o panorama automobilístico americano, a Fisker Automotive. O lançamento de um híbrido plug-in (que permite ser alimentado pela rede eléctrica convencional) tem como único senão os 80 mil dólares do preço de venda ao público. Mas ao que parece a Fisker Automotive está muito crente e entusiasmada com o seu Karma.
Travões no CO2-O não poluente do tio Sam

FEIRA DE CARROS DE GENEBRA
A Chrysler apresentou o Dodge Zeo Electric Concept, um veículo eléctrico, isento de emissões. É sempre bom ver um construtor norte-americano capaz de desenvolver algo tecnologicamente mais avançado e ecologicamente responsável, num mercado que tem mostrado alguma resistência face a este género de inovações.
Transecnologia2
Pensando bem, este blog pode ser tudo aquilo que eu quiser...
Desde tecnologia a coisas estranhas que vão aparecendo por aí.
E vocês, cibernautas, podem contribuir dando ideias comentando esta mensagem, mas não abusemos no que é considerado estranho.
Desde tecnologia a coisas estranhas que vão aparecendo por aí.
E vocês, cibernautas, podem contribuir dando ideias comentando esta mensagem, mas não abusemos no que é considerado estranho.
A Velha Maluca que sabe cantar
No Norte...
Estas férias fui para o Minho e, quando vinha para casa vi um nome muito estranho:Ti Maria da
Peida.
Peida.Pelo que me disseram é uma banda de mulheres gordas que quando actuam levam consigo para o palco um porco e um carneiro.
Porque será que elas fazem isso?
Será uma tradição estranha qualquer?
Bem, não sei, se se lembrarem de alguma explicação comentem
Francis
Transecnologia
O nome deste blog é, digamos assim, curioso.
O que será "Transecnologia"?
Eu sei, já que fui eu próprio que inventei o nome, voltando ao assunto, Transecnologia é uma junção de Tecnologia e Transformação.
Como primeira entrada, vou dizer apenas do que se vai tratar o blog, vai saber de algumas novidades na Tecnologia e de Tranformações relativas ao Ambiente.
Quando puder volto a escrever
Francis
O que será "Transecnologia"?
Eu sei, já que fui eu próprio que inventei o nome, voltando ao assunto, Transecnologia é uma junção de Tecnologia e Transformação.
Como primeira entrada, vou dizer apenas do que se vai tratar o blog, vai saber de algumas novidades na Tecnologia e de Tranformações relativas ao Ambiente.
Quando puder volto a escrever
Francis
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