
Aproxima-se o auge da sessão, sente-se no ar a expectativa e apesar dos anúncios já feitos, o topo da manhã faz-se antever com a entrada de um slide sobre portáteis Apple. Steve Jobs fala da linha actual em matéria de portabilidade, as linhas MacBook e MacBook Pro, afirmando sem qualquer dúvida que os portáteis Apple são hoje a bitola de comparação da indústria informática mundial e anuncia a introdução de uma terceira gama, o MacBook Air, o portátil mais fino do mundo.
Observamos uma visita às máquinas cuja espessura mínima merecem ser comparadas e essa mesma visita centra-se na gama Sony TZ cujos detalhes são elencados para posterior comparação sobretudo no tamanho dos ecrãs e no facto de disporem de mini-teclados em vez de unidades de tamanho completo. A comparação é esmagadora no frente a frente com a plateia a render-se às comparações factuais, apesar de a máquina ainda não ter sido sequer mostrada em palco.
Há uma gargalhada colectiva quando Jobs diz que a engenharia conseguiu uma máquina cuja parte mais grossa consegue ainda ser menos espessa que a parte mais fina de um Sony. E,, num momento de encenação bem conseguido, Jobs diz que a máquina cabe num envelope A4 de escritório, gesto que finaliza uma deslocação à sua mesa de apoio, onde, um envelope A4 de escritório está desde o início da Keynote. É desse mesmo envelope que entre gargalhadas e aplausos Jobs retira um MacBook Air perante o “bruá” e os “Ohhh” de espanto de quem assiste.
Tudo está montado ao ínfimo detalhe. Até a própria luz que incide no palco foi reorientada. Um foco vertical incide na tampa do MacBook Air que está na mão de Steve Jobs ao jeito de bandeja, realçando as finíssimas linhas de alumínio, o ecrã de 13.3 polegadas (LED retroiluminado o que permite mais velocidade na sua activação eléctrica), teclado de tamanho completo. Câmara iSight embutida e, à semelhança dos seus irmãos de gama portátil, teclado iluminado em condições de reduzida luz ambiente. Trackpad de generosas dimensões com uma enorme novidade, a inclusão do "Gesture support", tecnologia introduzida no iPhone e iPod Touch que permite ao trackpad interpretar múltiplos toques e consequentes gestos como o de arrastar um documento com o gesto idêntico no trackpad, incluido zooms, rotações e deslocações laterais. As preferências do trackpad do Air incluem vídeos com demonstrações dos aspectos Multi Toque. E Jobs alonga-se na descrição técnica do conteúdo do MacBook Air.
"O mais fino portátil do mundo por apenas 1799 dólares". Jobs, que gosta de mostrar anúncios publicitários de TV em primeira mão, faz passar o anúncio do MacBook Air. Seguiram-se alguns considerandos sobre questões industriais e reciclagem de materiais (v.caixa: A resposta verde), mas Jobs está definitivamente entusiasmado e não encerra a apresentação do Air sem dizer de novo "O mais fino portátil do mundo" enquanto acena aos espectadores e aponta a elegante caixa de alumínio que tem nas mãos.
"Mas já estamos em 2008 e já apresentámos uma série de produtos novos! Há poucos dias lançámos novos MacPro, com novos processadores, hoje o Time Capsule, upgrades para iPhone e iPod Touch incluindo cinco novas aplicações, iTunes Movie Rentals e uma Apple TV reinventada. E o novo MacBook Air! Tudo isto nas primeiras duas semanas! E ainda temos mais cinquenta semanas pela frente...".
É nesta altura que o meu telefone começa de novo a manifestar-se com um variado leque de reacções, agora que a Keynote se aproxima do final. São positivas na sua maioria, o que me apraz. Eu estou satisfeito com esta hora e meia. Espero que o leitor também tenha gostado e com toda a certeza poderá vir a ler na sua iCreate todos os testes e apreciações que viremos a fazer a todos os produtos agora anunciados. A Keynote está à beira do final, mas Jobs tem ainda um convidado inesperado. É Randy Newman que virá ao palco interpretar duas canções. Aproxima-se o auge da sessão, sente-se no ar a expectativa e apesar dos anúncios já feitos, o topo da manhã faz-se antever com a entrada de um slide sobre portáteis Apple. Steve Jobs fala da linha actual em matéria de portabilidade, as linhas MacBook e MacBook Pro, afirmando sem qualquer dúvida que os portáteis Apple são hoje a bitola de comparação da indústria informática mundial e anuncia a introdução de uma terceira gama, o MacBook Air, o portátil mais fino do mundo.
Observamos uma visita às máquinas cuja espessura mínima merecem ser comparadas e essa mesma visita centra-se na gama Sony TZ cujos detalhes são elencados para posterior comparação sobretudo no tamanho dos ecrãs e no facto de disporem de mini-teclados em vez de unidades de tamanho completo. A comparação é esmagadora no frente a frente com a plateia a render-se às comparações factuais, apesar de a máquina ainda não ter sido sequer mostrada em palco.
Há uma gargalhada colectiva quando Jobs diz que a engenharia conseguiu uma máquina cuja parte mais grossa consegue ainda ser menos espessa que a parte mais fina de um Sony. E,, num momento de encenação bem conseguido, Jobs diz que a máquina cabe num envelope A4 de escritório, gesto que finaliza uma deslocação à sua mesa de apoio, onde, um envelope A4 de escritório está desde o início da Keynote. É desse mesmo envelope que entre gargalhadas e aplausos Jobs retira um MacBook Air perante o “bruá” e os “Ohhh” de espanto de quem assiste.
Tudo está montado ao ínfimo detalhe. Até a própria luz que incide no palco foi reorientada. Um foco vertical incide na tampa do MacBook Air que está na mão de Steve Jobs ao jeito de bandeja, realçando as finíssimas linhas de alumínio, o ecrã de 13.3 polegadas (LED retroiluminado o que permite mais velocidade na sua activação eléctrica), teclado de tamanho completo. Câmara iSight embutida e, à semelhança dos seus irmãos de gama portátil, teclado iluminado em condições de reduzida luz ambiente. Trackpad de generosas dimensões com uma enorme novidade, a inclusão do "Gesture support", tecnologia introduzida no iPhone e iPod Touch que permite ao trackpad interpretar múltiplos toques e consequentes gestos como o de arrastar um documento com o gesto idêntico no trackpad, incluido zooms, rotações e deslocações laterais. As preferências do trackpad do Air incluem vídeos com demonstrações dos aspectos Multi Toque. E Jobs alonga-se na descrição técnica do conteúdo do MacBook Air.
"O mais fino portátil do mundo por apenas 1799 dólares". Jobs, que gosta de mostrar anúncios publicitários de TV em primeira mão, faz passar o anúncio do MacBook Air. Seguiram-se alguns considerandos sobre questões industriais e reciclagem de materiais (v.caixa: A resposta verde), mas Jobs está definitivamente entusiasmado e não encerra a apresentação do Air sem dizer de novo "O mais fino portátil do mundo" enquanto acena aos espectadores e aponta a elegante caixa de alumínio que tem nas mãos.
"Mas já estamos em 2008 e já apresentámos uma série de produtos novos! Há poucos dias lançámos novos MacPro, com novos processadores, hoje o Time Capsule, upgrades para iPhone e iPod Touch incluindo cinco novas aplicações, iTunes Movie Rentals e uma Apple TV reinventada. E o novo MacBook Air! Tudo isto nas primeiras duas semanas! E ainda temos mais cinquenta semanas pela frente...".
É nesta altura que o meu telefone começa de novo a manifestar-se com um variado leque de reacções, agora que a Keynote se aproxima do final. São positivas na sua maioria, o que me apraz. Eu estou satisfeito com esta hora e meia. Espero que o leitor também tenha gostado e com toda a certeza poderá vir a ler na sua iCreate todos os testes e apreciações que viremos a fazer a todos os produtos agora anunciados. A Keynote está à beira do final, mas Jobs tem ainda um convidado inesperado. É Randy Newman que virá ao palco interpretar duas canções.
Observamos uma visita às máquinas cuja espessura mínima merecem ser comparadas e essa mesma visita centra-se na gama Sony TZ cujos detalhes são elencados para posterior comparação sobretudo no tamanho dos ecrãs e no facto de disporem de mini-teclados em vez de unidades de tamanho completo. A comparação é esmagadora no frente a frente com a plateia a render-se às comparações factuais, apesar de a máquina ainda não ter sido sequer mostrada em palco.
Há uma gargalhada colectiva quando Jobs diz que a engenharia conseguiu uma máquina cuja parte mais grossa consegue ainda ser menos espessa que a parte mais fina de um Sony. E,, num momento de encenação bem conseguido, Jobs diz que a máquina cabe num envelope A4 de escritório, gesto que finaliza uma deslocação à sua mesa de apoio, onde, um envelope A4 de escritório está desde o início da Keynote. É desse mesmo envelope que entre gargalhadas e aplausos Jobs retira um MacBook Air perante o “bruá” e os “Ohhh” de espanto de quem assiste.
Tudo está montado ao ínfimo detalhe. Até a própria luz que incide no palco foi reorientada. Um foco vertical incide na tampa do MacBook Air que está na mão de Steve Jobs ao jeito de bandeja, realçando as finíssimas linhas de alumínio, o ecrã de 13.3 polegadas (LED retroiluminado o que permite mais velocidade na sua activação eléctrica), teclado de tamanho completo. Câmara iSight embutida e, à semelhança dos seus irmãos de gama portátil, teclado iluminado em condições de reduzida luz ambiente. Trackpad de generosas dimensões com uma enorme novidade, a inclusão do "Gesture support", tecnologia introduzida no iPhone e iPod Touch que permite ao trackpad interpretar múltiplos toques e consequentes gestos como o de arrastar um documento com o gesto idêntico no trackpad, incluido zooms, rotações e deslocações laterais. As preferências do trackpad do Air incluem vídeos com demonstrações dos aspectos Multi Toque. E Jobs alonga-se na descrição técnica do conteúdo do MacBook Air.
"O mais fino portátil do mundo por apenas 1799 dólares". Jobs, que gosta de mostrar anúncios publicitários de TV em primeira mão, faz passar o anúncio do MacBook Air. Seguiram-se alguns considerandos sobre questões industriais e reciclagem de materiais (v.caixa: A resposta verde), mas Jobs está definitivamente entusiasmado e não encerra a apresentação do Air sem dizer de novo "O mais fino portátil do mundo" enquanto acena aos espectadores e aponta a elegante caixa de alumínio que tem nas mãos.
"Mas já estamos em 2008 e já apresentámos uma série de produtos novos! Há poucos dias lançámos novos MacPro, com novos processadores, hoje o Time Capsule, upgrades para iPhone e iPod Touch incluindo cinco novas aplicações, iTunes Movie Rentals e uma Apple TV reinventada. E o novo MacBook Air! Tudo isto nas primeiras duas semanas! E ainda temos mais cinquenta semanas pela frente...".
É nesta altura que o meu telefone começa de novo a manifestar-se com um variado leque de reacções, agora que a Keynote se aproxima do final. São positivas na sua maioria, o que me apraz. Eu estou satisfeito com esta hora e meia. Espero que o leitor também tenha gostado e com toda a certeza poderá vir a ler na sua iCreate todos os testes e apreciações que viremos a fazer a todos os produtos agora anunciados. A Keynote está à beira do final, mas Jobs tem ainda um convidado inesperado. É Randy Newman que virá ao palco interpretar duas canções. Aproxima-se o auge da sessão, sente-se no ar a expectativa e apesar dos anúncios já feitos, o topo da manhã faz-se antever com a entrada de um slide sobre portáteis Apple. Steve Jobs fala da linha actual em matéria de portabilidade, as linhas MacBook e MacBook Pro, afirmando sem qualquer dúvida que os portáteis Apple são hoje a bitola de comparação da indústria informática mundial e anuncia a introdução de uma terceira gama, o MacBook Air, o portátil mais fino do mundo.
Observamos uma visita às máquinas cuja espessura mínima merecem ser comparadas e essa mesma visita centra-se na gama Sony TZ cujos detalhes são elencados para posterior comparação sobretudo no tamanho dos ecrãs e no facto de disporem de mini-teclados em vez de unidades de tamanho completo. A comparação é esmagadora no frente a frente com a plateia a render-se às comparações factuais, apesar de a máquina ainda não ter sido sequer mostrada em palco.
Há uma gargalhada colectiva quando Jobs diz que a engenharia conseguiu uma máquina cuja parte mais grossa consegue ainda ser menos espessa que a parte mais fina de um Sony. E,, num momento de encenação bem conseguido, Jobs diz que a máquina cabe num envelope A4 de escritório, gesto que finaliza uma deslocação à sua mesa de apoio, onde, um envelope A4 de escritório está desde o início da Keynote. É desse mesmo envelope que entre gargalhadas e aplausos Jobs retira um MacBook Air perante o “bruá” e os “Ohhh” de espanto de quem assiste.
Tudo está montado ao ínfimo detalhe. Até a própria luz que incide no palco foi reorientada. Um foco vertical incide na tampa do MacBook Air que está na mão de Steve Jobs ao jeito de bandeja, realçando as finíssimas linhas de alumínio, o ecrã de 13.3 polegadas (LED retroiluminado o que permite mais velocidade na sua activação eléctrica), teclado de tamanho completo. Câmara iSight embutida e, à semelhança dos seus irmãos de gama portátil, teclado iluminado em condições de reduzida luz ambiente. Trackpad de generosas dimensões com uma enorme novidade, a inclusão do "Gesture support", tecnologia introduzida no iPhone e iPod Touch que permite ao trackpad interpretar múltiplos toques e consequentes gestos como o de arrastar um documento com o gesto idêntico no trackpad, incluido zooms, rotações e deslocações laterais. As preferências do trackpad do Air incluem vídeos com demonstrações dos aspectos Multi Toque. E Jobs alonga-se na descrição técnica do conteúdo do MacBook Air.
"O mais fino portátil do mundo por apenas 1799 dólares". Jobs, que gosta de mostrar anúncios publicitários de TV em primeira mão, faz passar o anúncio do MacBook Air. Seguiram-se alguns considerandos sobre questões industriais e reciclagem de materiais (v.caixa: A resposta verde), mas Jobs está definitivamente entusiasmado e não encerra a apresentação do Air sem dizer de novo "O mais fino portátil do mundo" enquanto acena aos espectadores e aponta a elegante caixa de alumínio que tem nas mãos.
"Mas já estamos em 2008 e já apresentámos uma série de produtos novos! Há poucos dias lançámos novos MacPro, com novos processadores, hoje o Time Capsule, upgrades para iPhone e iPod Touch incluindo cinco novas aplicações, iTunes Movie Rentals e uma Apple TV reinventada. E o novo MacBook Air! Tudo isto nas primeiras duas semanas! E ainda temos mais cinquenta semanas pela frente...".
É nesta altura que o meu telefone começa de novo a manifestar-se com um variado leque de reacções, agora que a Keynote se aproxima do final. São positivas na sua maioria, o que me apraz. Eu estou satisfeito com esta hora e meia. Espero que o leitor também tenha gostado e com toda a certeza poderá vir a ler na sua iCreate todos os testes e apreciações que viremos a fazer a todos os produtos agora anunciados. A Keynote está à beira do final, mas Jobs tem ainda um convidado inesperado. É Randy Newman que virá ao palco interpretar duas canções.



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